Legislativo: Vereador George Ribeiro cobra intervenção do MP por transparência no Projeto Quintal Produtivo.
Agricultura Familiar.
Autor: Paulo Linhares Jornalista - 0002765/MT.
Autor da Foto: Assessoria do Vereador.
O Vereador George Ribeiro, protocolou junto ao MP (Ministério Público), que possa interver junto a Prefeitura Municipal de Rosário Oeste – MT, para que forneça as informações referentes ao Projeto de Lei que gerou o Programa Quintal Produtivo no Município.
Sobre o Projeto de Lei Municipal nº 1.695, que Institui Políticas de Incentivo e Fomento à Cultura da Mandioca em terrenos ociosos públicos e privados, e institui o Programa Terrenos Produtivos no Município de Rosário Oeste. Ocorre que foram plantadas ramas de mandioca em vários lotes urbanos na cidade de Rosário Oeste, e em muitos casos a rama simplesmente fora jogado em baixo de árvores que secou, e ocasionou a perca de ramas e do dinheiro público, que não há manutenção com limpeza nos lotes plantados, pois o mato tomou conta, e nem se sabe o destino do produto e nem mesmo dos valores investidos.
Após aproximadamente um ano do período de plantio, os lotes foram tomados completamente por matagais, não havendo limpeza e nem colheita do plantio a Prefeitura simplesmente gradeou todos os lotes, deixando a entender que o dinheiro público investido foi completamente mal aplicado.
No documento emitido ao MP, o Parlamentar solicitou as informações detalhadas referentes aos valores investidos no referido Programa entre ramas de mandiocas adquiridas, mão de obra, horas de maquinários e etc...
“É preocupante esta questão dos Programas executados pela gestão, como o Mais Mandioca e o de Terrenos Produtivos no município de Rosário Oeste – MT. O Programa escrito é uma maravilha, porém constatamos que não está sendo executado como deveria ser. No ano de 2022 simplesmente foram entregues as Ramas e em muitos casos as famílias nem tiveram a área gradeada, e os que tiverem a área gradeadas a maioria não teve suporte técnico e nem acompanhamento. E em visitas in loco percebemos o grande descontentamento por parte de muitas famílias, visto que em alguns casos a rama de mandioca doada é de uma espécie amarela que não é bem utilizado para consumo de mesa e nem mesmo para fazer farinha, pois, nossa região não consome deste tipo”. Disse George Ribeiro.
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